Picadeiro de vida…


Cabe a nós decidirmos qual é o papel que exerceremos no picadeiro: um ilusionista, um malabarista, um palhaço, um trapezista ou ainda um domador de animais.

Deus nos deu o livre arbítrio e é com ele que iremos evoluir ou estacionar ou até mesmo, quem sabe, regredir. A opção é nossa. Responsabilizar os outros pelos nossos insucessos é buscarmos lama no deserto.

Posso ser um palhaço e fazer as pessoas rirem. Seria interessante para a sociedade e útil para meus amigos, nada mais faria do que produzir graça. Várias vezes nos comportamos como verdadeiros palhaços de picadeiro e achamos que as pessoas não percebem que nossa conduta é inadequada e inconveniente com o momento que estamos vivendo e da forma como estamos nos comportando.

Posso ser um ilusionista e correr os riscos de acreditar nas minhas próprias ilusões, deixando assim de entender e aceitar a vida como ela é. Viver de ilusões é a maneira mais fácil de nunca conseguirmos entender o que realmente acontece à nossa volta. Vivemos longe da realidade e distante da verdade.

Posso ser um malabarista e criar minhas próprias dificuldades e aprender com elas. O malabarismo nos ajuda a vencermos o nosso dia-a-dia e a descobrirmos nossas verdadeiras virtudes.

Posso ser um trapezista e administrar as minhas inseguranças da melhor maneira que a vida pode proporcionar. Quando mudo de um trapézio para o outro estou solto no ar, preso apenas à minha mente e aprendo que em toda mudança há incerteza.

Mudar é quebrarmos o maior paradigma de nossa existência: nosso conforto e nossa tranqüilidade. Mudar é entender a lei da evolução.

Posso ser um domador e finalmente domar a fera da insegurança e da incerteza que vive dentro de mim. Combater os dois animais que habitam em meu ser: Um lobo e um cordeiro. Viverá aquele que eu alimentar com os meus pensamentos.

Este é o meu circo, pois posso ser o que quiser. Cabe a mim decidir o que serei. Aprendo a todo instante que é preciso mudar sempre, dependendo da circunstância e dependendo da necessidade. Somos o que alimentamos em nossos pensamentos, pois vivemos conforme o “circo que montamos”.

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Sobre Permita-se...

O olho do observador interfere no objeto observado. Só um fantasma se embrulha no seu passado, explicando a si próprio com autodefinições baseadas numa vida já vivida. Não vejo as coisas como elas são, mas como eu sou se comparada a elas. Sou aquilo que escolhi ser hoje, não o que escolhi ser antes. Meu amanhã está sendo feito agora.
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